Porto Alegre
RS - Brasil
Os alto-falantes utilizados nas caixas da HR TUBEAMP são montados por duas fábricas gaúchas e exclusivamente para a nossa empresa. São réplicas de alto-falantes Celestion, Jensen, Eminence, Peavey e de alguns modelos industriais de séries da Fender e da Marshall. Os respectivos alto-falantes originais, de nossa propriedade, são nosso eficaz controle de qualidade, pois eles por meio deles comparam-se às réplicas.
 
Os alto-falantes nacionais para guitarra são inutilizáveis, pois são woofers, ou ainda, subwoofers disfarçados. Em alguns casos, eles possuem, inclusive, um ressalto no disco traseiro, característica dos sub-woofers de bobinas de gap largo, muito usual em falantes da linha automotiva. A perda sonora desses alto-falantes é de 30% comparando-se aos apropriados alto-falantes para guitarra. Os antigos full-range são conhecidos por sua ampla resposta de freqüência, produzindo o fidedigno som de uma guitarra. Os full-range são fabricados de forma diferente dos alto-falantes que são produzidos, comercializados e utilizados pela maioria das empresas nacionais de amplificadores e de caixas acústicas. Esse fato deve-se à falta de interesse e/ou de opção, desses empresários, em primar pela qualidade de seus produtos.
 
A HR TUBEAMP possui laboratório completo para desenvolvimento, com bancadas independentes e com equipamentos de alta tecnologia, tais como: osciloscópios, geradores, freqüencímetros, multímetros importados, analógicos e digitais (de qualidade infinitamente superior aos vendidos aqui no Brasil), como também, raríssimos testadores analógicos de válvulas dos anos 60.
 
O desenho, o desenvolvimento do layout, a serigrafia, a arte final, a confecção de painéis e de logos são autônomos, isto é, obtêm-se maior controle de qualidade, com menor custo, em função da não-terceirização dos serviços; colabora-se, assim, para o resultado esperado: um valve amp como você sempre quis ter.
 
O RESULTADO SONORO DE UM STACK DE GUITARRA
O alto-falante é parte importante do conjunto de equipamentos que amplificam o seu instrumento; assim, se o falante for ruim, todo o restante será ruim também. Tenha um vislumbre adequado do sistema, partindo do ponto final para o ponto inicial: um alto-falante com ampla resposta sonora, alimentado por um amplificador valvulado que não distorce o som e que não perde metade dos harmônicos (como acontece com os modelos transistorizados), ligado por um cabo que não permite interferências ou perdas de corrente elétrica, "plugado" em pedais analógicos de alta qualidade, ou ainda, diretamente na sua guitarra, que estará bem regulada e revisada em todos os seus aspectos. O princípio do bom funcionamento é manter os elos dessa corrente fortes e equilibrados entre si, de modo que não haja comprometimento do resultado.
Cabe ressaltar que, para os indivíduos desprovidos de percepção acústica, ou mesmo de interesse, a fidelidade sonora é desinteressante ao ponto de contentarem-se com "Abelheitors Simuleitors", comumente dourados e com desenhos de logos de válvulas, ou com o nome do modelo, que os induz a adquirir um amplificador supostamente valvulado. Outro fato alarmante, é a origem asiática dos circuitos (com adesivos de bandeira da Inglaterra), possuindo apenas metade da potência informada e constítudo de componentes de 3ª categoria. Essas pessoas, ou não têm conhecimento sobre o assunto, ou têm medo de errar na aquisição; sendo assim, o marketing e o renome de um equipamento, nacional ou importado, têm grande força na decisão do cliente; sem mencionar o status e o exibicionismo provocado pelo uso de tal marca.